Caso ClínicoFiquei muito satisfeito por ter sido convidado pela DFL para escrever este artigo, não só pela oportunidade de mostrar um procedimento que costumo realizar com freqüência e que acredito ser de fácil execução e de boa previsibilidade de seu resultado final, mas também pelo convite partir de uma das empresas nacionais mais competentes e sérias no segmento odontológico. Tentarei relacionar vantagens da técnica de fechamento de diastemas anteriores com resinas compostas e alguns aspectos que deverão ser sempre observados para a obtenção dos resultados desejados. Por Dr. Raphael Monte Alto * Co-autores: Dr. Glauco Botelho dos Santos ** e Dr. Raul Féres Monte Alto Filho *** |
|
+info
|
|
Caso ClínicoO equilíbrio entre Perfeição Estética e Melhoria da Função Oclusal empregando Resina Composta O convite da DFL para participar desta seção muito me orgulha e é motivo de total dedicação de nossa equipe para mostrar um pouco das possibilidades atuais do trabalho estético com as resinas compostas, não esquecendo o conhecimento científico que verdadeiramente permite o sucesso do tratamento proposto. Por Dr. Rodrigo Borges Fonseca, Dr. Murilo de Sousa Menezes, Dra. Carolina Assaf Branco e Dr. Carlos José Soares
| 
| |
|
+info
|
|
Uma Visão Clínica Quando fui convidado pela DFL para escrever essa coluna, senti-me muito prestigiado por poder colaborar com a Revista de uma empresa que considero tão séria e competente, mas ao mesmo tempo sintome com uma responsabilidade em escrever e opinar sobre um procedimento corriqueiro há tantos anos mas ainda questionado e divergente: as restaurações de resinas composta em dentes posteriores. Vou tentar colocar em poucas palavras sobre o que acredito e tenho observado nestes anos de acompanhamento sobre restaurações de resina composta, tentando dar uma visão tanto de professor de Odontologia como de cirurgião-dentista, mas sempre... sempre... auxiliado pela literatura. por Dr. André Mallmann e Matheus Jacobina |
|
+info
|
|
nos Cimentos Ionômeros de Vidro Os cimentos de ionômeros de vidro estão sendo cada vez mais utilizados na Odontologia, pelas suas características principais, tais como a biocompatibilidade, adesão química ao esmalte e dentina, baixa solubilidade, adesão em superfícies úmidas e, destacadamente, a liberação contínua de flúor. Esse é o material de escolha no Tratamento Restaurador Atraumático (ART). Pensando na aplicabilidade do ART para a população carente e no intuito de ampliar o conhecimento por parte dos alunos de graduação e cirurgiões-dentistas, surgiu a Clínica de ART da FOUSP. por Prof. Dr. José Carlos Imparato e Profa. Dra. Daniela Raggio |
|
+info
|
|
Caso ClínicoAtualmente, o profissional de odontologia vem encontrando extrema facilidade na execução de trabalhos estéticos, com agilidade e excelente qualidade. As novas técnicas restauradoras, com seus passos operatórios simplificados e os novos materiais disponibilizados pela indústria odontológica, oferecem segurança ao profissional e resultados dentro daquilo que se é desejado em um bom tratamento que envolva estética e reabilitação funcional. |  por Dr. Maurício Correa Viana e Dr. Marcelo Balsamo
| |
|
+info
|
|
|
A anestesia local é o método mais utilizado para o controle da dor na odontologia. No Brasil são usados cerca de 250 milhões de tubetes por ano. Dependendo do material que o tubete é fabricado, diferentes características mecânicas e diferentes características químicas poderão influir no resultado da anestesia. No Brasil existem anestésicos envasados em tubetes de vidro e tubetes de plástico.
por Dr. Evaldo Rodrigues de Oliveira Farmacêutico CRF/RJ 2897 |
|
+info
|
|
|