A realização de exames em massa é a melhor estratégia para conter a transmissão da COVID-19, defendem especialistas. O diretor do Instituto de Ciências Biológicas da UnB, o parasitologista Jaime Martins de Santana, diz que só vamos saber a extensão da infecção da população brasileira com a aplicação dos testes rápidos imunológicos para a detecção de anticorpos no sangue das pessoas. “Por enquanto, com as condições atuais, só estamos vendo a ponta do iceberg”, destaca. Opinião compartilhada pelo virologista Edison Luiz Durigon, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP). “Junto com o isolamento social, massificar a testagem para diagnóstico da COVID-19 é a única maneira para ‘achatar’ a curva de disseminação do vírus no país”. Segundo ele, somente dessa forma é possível identificar os infectados e isolá-los para evitar a transmissão.

A utilidade do Teste Rápido para identificar IgG/IgM é epidemiológica e prática, pois serve para identificar a população que já foi infectada pelo novo coronavírus e para liberar, por exemplo, profissionais de saúde para o trabalho, uma vez que permite saber quem já está imune. “Um plantonista que fica dentro da UTI e é IgG positivo pode trabalhar porque já está imune”, exemplifica o virologista e biólogo Flávio Guimarães da Fonseca, do Centro de Tecnologia em Vacinas da UFMG, ouvido pelo Portal R7.

A DFL, em parceria com a Sul-Coreana Humasis CO., trouxe ao Brasil o COVID-19 IgG/IgM Test, que realiza o diagnóstico da COVID-19 em menos tempo e custo, detectando os anticorpos IgG e IgM para o SARS-CoV-2.

Para informações técnicas sobre o COVID-19 IgG/IgM Test acesse https://www.dfl.com.br/covid19/